Jeitinho de Professora

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Metodologia de pesquisa

Introdução


Ao se falar em “necessidades educacionais especiais” tem-se que ter em mente que o termo engloba muito mais do que a pessoa com deficiência, ou seja, inclui pessoas que, por algum motivo, necessitam, temporariamente ou permanentemente, de recursos e apoios educacionais especiais.
Neste contexto faz-se imprescindível destacar algumas leis que dão suporte e propõe o ingresso de todos à educação no âmbito escolar.  Mas a escola inclusiva é feita de ações concretas, que possibilitem à todas as crianças o aprendizado.
A construção da escola inclusiva é um projeto coletivo, que passa por uma reformulação do espaço escolar como um todo, desde espaço físico, dinâmica de sala de aula, passando por currículo, formas e critérios de avaliação. Tal processo é denominador de Inclusão com Responsabilidade, que implica compromisso com o processo educacional por parte de todos que nele estão envolvidos: professores, pais, diretores, dirigentes, secretários de educação, comunidade etc.
Um dos objetivos do presente trabalho é voltado para a necessidade de que se pense a formação dos educadores, que não seja apenas mais uma formação para a inclusão, pois não há como preparar alguém para a diversidade, mas de formação na inclusão. Outro aspecto muito relevante é o jogo de empurra empurra de responsabilidades no que diz respeito a todos os fatores que envolvem esse tema: apoio psicológico, estrutural e pedagógico no ambiente escolar. E não menos importante remete a aceitação principalmente familiar de que os alunos portadores de necessidades especiais (seja qual for ela), precisa incondicionalmente de ser amparado de todas as formas necessárias para que esta situação imposta de inclusão educacional não se torne para ele frustrações que podem afetar de forma irreparável na sua formação enquanto ser uno e capaz de viver no atual mundo moderno e globalizado.
A formação na inclusão não fornece respostas prontas, é uma formação que trabalha o olhar do educador sobre seu aluno, que lhe garante o acesso ao conhecimento sobre as peculiaridades de seus alunos e que o ajude a compreender as necessidades que esse possa ter, a entender que tipo de apoio é necessário, e onde buscá-lo.
 Sabe-se que a inclusão da criança com deficiência na escola regular não é um fato novo, principalmente em âmbito mundial, pois a partir de 1994, com a publicação pela ONU da chamada Declaração de Salamanca sobre princípios, políticas e prática em educação especial, que o termo Educação Inclusiva ganha força e torna uma meta de vários países, inclusive no Brasil.
Desenvolvimento


No atual contexto educacional brasileiro, as pessoas com necessidades educacionais especiais são ou deveriam ser atendidas pela sua inserção no processo convencional de ensino. Para que se assegure a eficácia dessa inserção, qualificando-o como inclusão, um conjunto de recursos e serviços educacionais são organizados institucionalmente, visando apoiar, complementar ou, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns.
Historicamente, as relações da sociedade brasileira com o segmento populacional constituído de cidadãos que apresentam necessidades especiais foram se modificando sob a influência de fatores político-econômicos, sócio-históricos e culturais, geralmente respaldados pelo conhecimento científico disponível em cada época.
O atendimento em Educação Especial no Brasil começa a partir d 1854, inspiradas nas políticas da Europa e dos EUA. Em 1857 surgiu o Instituto Nacional de Surdos, a partir daí outras poucas e seletas instituições foram se organizando e, cada instituição se tornava especializada na educação das pessoas de acordo com sua deficiência.
Em 1961 foi sancionada a primeira LDB (Leis de Diretrizes e Bases), trazendo dois artigos específicos sobre educação especial. Trata-se do Título X “Da educação de excepcionais”, contendo os artigos 88 e 89 que dizem o seguinte:
Art. 88. A educação de Excepcionais, deve, no que for possível, enquadrar-se no sistema geral de educação, a fim de integrá-los na comunidade.
Art. 89. Toda iniciativa privada considerada eficiente pelos conselhos estaduais de educação de excepcionais, receberá dos poderes público tratamento especial mediante bolsas de estudos, empréstimos e subvenções.
Algumas críticas podem e devem ser levantadas a respeito dessa legislação educacional diante da possibilidade encontrada no artigo 88. A indagação gerada seria o fato de não sabermos se são os “excepcionais” que devem se adaptar à comunidade ou se é esta que deve faze-lo. Já o artigo 89 esclarece o compromisso do poder governamental com as organizações não governamentais. A dúvida que poderia surgir seria a respeito da natureza dos serviços educacionais a serem oferecidos.    
Os anos de 1980 foram fundamentais para a discussão dos direitos humanos e também foram criadas oportunidades para que diversos profissionais das mais diversas áreas discutissem a função individual de cada ser sobre a sociedade. Desta busca, surgiu, em 1990 na Conferencia Mundial sobre a Educação para Todos (na Tailândia), o movimento pela educação inclusiva, que preconiza a inclusão incondicional de todos os alunos no sistema de ensino normal.
Em 1994 acontece o grande marco na história da Educação Inclusiva, Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais, denominada de Declaração de Salamanca na qual tem como princípio o acolhimento de todas as crianças nas escolas. Segundo este instrumento de relevância internacional, as escolas devem ter o espaço em condições de assegurar a todas as crianças a possibilidade de aprenderem juntas, independentemente de quaisquer dificuldades ou peculiaridades que possam diferenciá-las. Não importará se essas singularidades são de natureza física, intelectual, social, emocional, lingüística, ou decorrem de qualquer outro fator.
Percebe-se claramente que há uma relação relevante entre a educação na escola e a forma de repensar a sociedade e nela atuar. Compreender que, apesar da integração ser uma conquista, ela ainda não é o ideal almejado. O paradigma pelo qual se luta hoje é o da inclusão, como forma de construir uma sociedade mais digna, mais humana, em que todos aprendam com todos e em que o valor de cada um seja reconhecido em sua singularidade.
As escolas inclusivas, portanto, propõem a constituição de um sistema educacional que considera as necessidades de todos os alunos e que é estruturado em razão dessas necessidades. A inclusão gera uma mudanças de perspectiva educacional, pois não se limita a ajudar somente os alunos que apresentem dificuldades na escola, mas apóia a todos: professores, alunos e pessoal administrativo pra que obtenham sucesso na então denominada escola regular/convencional.
Na inclusão, as escolas devem/deveriam reconhecer e responder às diversas necessidades de seus alunos, considerando tanto os estilos, como ritmos diferentes de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade a todos, por meio de currículos apropriados, de modificações organizacionais, de estratégias de ensino, de uso de recursos e de parcerias com a comunidade. Deste modo, compreender que a Escola Inclusiva é um dos meios mais eficazes no combate e atitudes discriminatórias, valorizando as diferenças e a dignidade de todos. Em tese a inclusão sintetiza, assim, o tão aclamado ideal de educação de qualidade para todos os alunos,
Acerca do que foi exposto até o presente momento pode-se perceber que há um aumento significativo de matrículas de alunos com necessidades especiais no Ensino Fundamental e isso se deve basicamente às políticas públicas de inclusão e ao compromisso de muitos professores. Entretanto, a existências de escolas especiais de ensino fundamental vêm oferecer um espaço importante a alguns alunos. As escolas especiais têm se alicerçado em um novo paradigma da educação inclusiva, implementado não mais centrado na clínica, na reabilitação e no individualismo, mas sim, na valorização do ato pedagógico, na aprendizagem e nas diferenças individuais. Alguns alunos se beneficiam mais de um do que do outro espaço. A população deve estar sempre atenta e despida de preconceitos, a fim de avaliar qual o melhor espaço escolar para cada sujeito, em determinada época, e apontar a intervenção pedagógica mais adequada.
Contudo, é de suma importância ressaltar de que forma a Legislação se faz pertinente e que em forma de leis legais orientam a educação inclusiva de forma que atendam a todos os que necessitam dela:
·         Constituição Federal – artigos 208(atendimento aos portadores de deficiência preferencialmente na Rede Regular de Ensino [RRE]) e 227 (criação de programas e garantia de acessibilidade).
·         Lei nº 10.172/01 – aprova o Plano Nacional de Educação, com 27 objetivos e metas  para a educação de Portadores de Necessidades Especiais.
·         Lei nº 8069/90 – Estatuto da criança e do adolescente (art. 2º [a criança e o adolescente Portadores de deficiência receberão atendimento Especial] e art. 5º [nenhuma criança ou adolescente será objeto de negligência...]).
·         Lei nº 939/96 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (art. 4º [atendimento, preferencialmente, no ensino regular], art. 58 [serviços de apoio, oferecidos em classe, escolas ou serviços especializados, incluindo o ensino infantil de 0 a 6 anos] e o art. 59 [currículo adaptado, terminalidade especifica, professores especialistas em educação especial para o trabalho].
·         Resolução nº2, de 11/09/2001 inclui as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.
Percebe-se claramente que toda a comunidade especial possui respaldo em leis legais que garantem livre acesso e inclusão em todos os campos da sociedade, em especial na educação (redes de escolas, públicas ou privadas). Contudo, é evidente que na realidade não acontece essa interação e acessibilidade de forma tão simples assim. Se observar as escolas com construções anteriores a essas datas (leis) encontraremos total falta de acesso as mesmas, ou seja, rampas, bebedouros adaptados, banheiros adaptados, acesso as dependências e inclusive as salas de aulas, sem mencionar professores devidamente capacitados para atenderem a essa demanda. No que diz respeito as escolas com construções mais recentes no requisito acesso estão adaptadas, pois são leis e se não fossem cumpridas não teriam autorização, muito menos verbas para a sua construção, quanto ao corpo docente qualificado e especializado há controvérsias.
Enfim, o Brasil está no caminho certo, o de adaptação a atual realidade e leis com caráter inclusivo, cabe no entanto, ultrapassar as barreiras do preconceito e da descriminação, além de programas que visem projetos viáveis as comunidades e necessidades de cada região, e que possam ser adaptados e executados por outras comunidades que almejam e necessitam do mesmo ideal, incluir com sabedoria e responsabilidade social. Visto que, deve-se levar em consideração o bem estar e o desenvolvimento intelectual e psicológico de todo portador de necessidade especial.   
Conclusão


Na atualidade vivenciada enquanto educadores e/ou cidadãos, existe uma mudança profunda na concepção de Educação Especial. Fala-se em alunos com necessidades educacionais especiais e em convicção de que o sistema educativo precisa se dispor de meios necessários para dar respostas às necessidades educacionais destes alunos, quaisquer que sejam elas. Mais do que isso, necessita-se da implantação de uma ética inclusiva que ratifique o direito de igualdade de oportunidades ao bem maior que é o direito a uma educação de qualidade, comprometida com a justiça social.
Neste contexto, ressalva-se que o atual professor não precisa conhecer uma lista infindável de necessidades educacionais existentes, mas que tenha consciência de que o seu trabalho educativo passa, necessariamente, por conhecer e perceber o aluno como sujeito e descobrir com ele suas potencialidades, desta forma estará apto a mediar com eficiência o processo ensino-aprendizagem e assim favorecer o plano de desenvolvimento educacional. 
A base do chamado paradigma de Inclusão está na crença de que a diversidade é parte da natureza humana, a diferença não é um problema, mas uma riqueza. Uma sociedade democrática é uma sociedade para todos; uma escola democrática é uma escola para todos. Inclusão é, antes de tudo, uma questão de ética.  Quem ganha com a inclusão? Ganham todos. Ganham as crianças com deficiência, que têm a oportunidade de usufruir de um recurso de sua comunidade, de vivenciar a riqueza do espaço escolar, de conviver com parceiros que lhes oferecem modelos de ação e aprendizado impensáveis em uma educação segregada. Ganham também as outras crianças, que aprendem a conviver com a diversidade, aprendem a respeitar e a conviver com a diferença.  E no futuro breve serão, certamente, adultos muito melhores, muito mais flexíveis. Ganham os educadores, que enriquecem sua formação e sua prática, pelo crescimento que o desafio de educar a todos lhes proporciona. Ganham as famílias, que passam a ver seu filho como um cidadão que tem direito de partilhar dos recursos de sua comunidade. E por fim ganha a comunidade como um todo, que se torna um espaço mais democrático, que entende que todos os seus membros são igualmente dignos.








Referências Bibliográficas



CASTRO, C. C. Q., GUIMARAES, L. P. M., MENDES, R. G., RODRIGUES, F. L. V., SOUZA, A. M. Inclusão: História, Conceitos e Problematização. Brasília: Centro de Formação Continuada de Professores da Universidade de BrasíliaCFORM/UnB: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica – MEC/SEB, 2005. 44 p.     

CASTRO, C. C. Q., GUIMARAES, L. P. M., MENDES, R. G., RODRIGUES, F. L. V., SOUZA, A. M. Inclusão: Trabalhando com as diferenças na sala de aula  . Brasília: Centro de Formação Continuada de Professores da Universidade de BrasíliaCFORM/UnB: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica – MEC/SEB, 2005. 64 p.     












História da educação

1. INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo pesquisar temas que são palavras chaves no estudo de Filosofia, dentre os quais foram escolhidos o mito, o rito e a consciência religiosa.
Em seguida o grupo fez um trabalho de campo que visou estudar e compreender estes temas em nossa região, Unaí-MG, como estudo foi escolhido à festa do Boqueirão no requisito religiosidade, ou seja, a importância de Santo Antônio e sua significação para os devotos durante gerações.
Quem já visitou a festa do Boqueirão sabe que o evento é uma grande demonstração de fé, amor e devoção que se repete há 263 anos e unem gerações que participam de procissões, missas, batizados e ajudam a abrilhantar a festividade.


2. MITO

Do mito foram dadas as mais diversas interpretações, das quais as principais são: mito-verdade e mito-fábula.
Segundo a interpretação “mito-verdade”, o mito é uma representação fantasiosa que pretende exprimir uma verdade; segundo a interpretação "mito-fábula", ele é uma narração imaginosa sem nenhuma pretensão teórica. Para a primeira interpretação, os mitos são as únicas explicações das coisas que a humanidade, nos seus primórdios, estava em condições de fornecer e nas quais ela acreditava firmemente. Para a segunda interpretação, eles são representações fantasiosas nas quais ninguém jamais acreditou muito menos seus criadores.
Os primeiros que consideraram os mitos como simples fábulas foram os filósofos gregos. A eles se juntaram mais tarde os Padres da Igreja, os escolásticos e a maior parte dos filósofos modernos. O mito expressa o mundo e a realidade humana, mas cuja essência é efetivamente uma representação coletiva, que chegou até nós através de várias gerações.
E, na medida em que pretende explicar o mundo e o homem, isto é, a complexidade do real, o mito não pode ser lógico: ao revés, é ilógico e irracional.

3. RITO

É uma sucessão de palavras, gestos e atos que, repetidas compões uma cerimônia (religiosa ou civil, na maior parte das vezes). No rito as palavras e os gestos ganham a sua sacralidade, e é por isso que muitas tradições existem até hoje, especificamente o Cristianismo. O caráter comunicativo do rito é de extrema importância, pois não é qualquer atividade padronizada que constitui um rito.
Através do rito, o homem se incorpora ao mito, beneficiando-se de todas as forças e energias que jorraram nas origens. A ação ritual realiza no imediato uma transcendência vivida. O rito toma, nesse caso, “o sentido de uma ação essencial e primordial através da referencia que se estabelece do profano ao sagrado”.
Em resumo: o rito é a práxis do mito. É o mito em ação. O mito rememora, o rito comemora.


4. CONSCIÊNCIA RELIGIOSA

A consciência religiosa aproxima-se da consciência mítica por seu caráter metafísico, ou seja, por buscar explicações para a existência em um universo não material. Nesse caso as verdades são reveladas por força da fé religiosa.
 Religião pode, assim, ser definida como o conjunto das atitudes e atos pelos quais o homem se prende, se liga ao divino ou manifesta sua dependência em relação a seres invisíveis tidos como sobrenaturais.
Tomando-se o vocábulo num sentido mais restrito, pode-se dizer que a religião para os antigos é a reatualização e a ritualização do mito. O rito possui o poder de suscitar ou, ao menos, de reafirmar o mito.


5. SANTO ANTONIO DO BOQUEIRÃO

Tudo era mata um boqueirão. Diz à lenda que a imagem de Santo Antonio apareceu no Boqueirão em cima de um toco de aroeira, as pessoas que ali moravam a encontraram e a levaram para a cidade de Paracatu, no dia seguinte a imagem apareceu novamente em cima do toco, dizem que ela voltou andando para o mesmo lugar onde foi encontrada.
Os viajantes passavam pelo local, viam aquela imagem em cima de um toco perto do Rio, diziam então ser um milagre e começava ali uma veneração. Os padres daquela época achavam interessante deixar a imagem no local para estar sempre voltando lá, porque assim se praticava a Evangelização.
Os festejos no local começaram por volta de 1780. E assim se iniciaram as Romarias, uma reunião das comunidades para ir ao encontro do Sacerdote, se reúnem uma vez no ano, os moradores que habitavam o local naquela época eram uma quantidade maior, mas com as dificuldades alguns deixaram de viver ali e foram em busca de melhorias.
Hoje só restaram algumas famílias que ainda vivem lá de uma forma bem humilde, relatam que ficam mesmo é esperando a festa ano após ano.
Ir até Santo Antonio do Boqueirão é uma tradição passada através das gerações de pais para filhos com preceitos Religiosos, usa-se essa tradição religiosa para a realização de missas, batizados, casamentos, etc. Uma moradora mesmo diz: que foi batizada lá e que batizou seus treze filhos todos lá nos pés do Santo, uma tradição que tem sempre como intuito a evangelização e renovação da fé, focam também a tradição cultural na qual se preserva as culturas como ir ate lá nos carros de boi, nas jangadas, etc.
Antigamente os Romeiros de Santo Antonio do Boqueirão eram mais as pessoas da roça, hoje em dia são muitos os tipos, mais ainda a maioria são pessoas assalariadas, humildes, pessoas simples que vão agradecer o ano que passaram e suas colheitas, famílias de fé, os que vão com outro propósito não são Romeiros e sim curiosos.
Conta-se varias historias acontecidas no Boqueirão, uma delas é a da chuva forte de granizo que durou três dias, derrubou toda a Igreja, mais o Altar com as Imagens ficou intacto, um morador recolheu as imagens e as guardou por nove meses até a nova Igreja ficar pronta.


6. O SANTO

Santo Antonio é o Santo mais popular do Brasil e, também, é conhecido por ser o Padroeiro dos pobres, Santo casamenteiro, sempre sendo invocado para achar objetos perdidos. Batizado de Fernando Bulhões, nascido em 1195, trocou seu nome para Antonio em 1220, Santo Antonio era um frade franciscano, nasceu em Portugal, mas viveu a maior parte de sua vida em Pádua, na Itália. Antonio morreu a caminho de Pádua em 13 de junho de 1231. Foi canonizado em 13 de maio de 1232 (apenas 11 meses depois de sua morte) pelo papa Gregório IX.
Apesar de não ter em seus sermões nada relacionados a casamentos, Santo Antonio ficou conhecido como o Santo que ajudava mulheres a encontrarem um marido por conta da ajuda que dava a moças humildes para conseguirem um dote e um enxoval para o casamento.
Reza a lenda que, certa vez, em Nápoles, havia uma moça cuja família não podia pagar seu dote para se casar. Desesperada, a jovem – ajoelhada aos pés da imagem de Santo Antonio – pediu com fé a ajuda do Santo que, milagrosamente, lhe entregou um bilhete e disse para procurar um determinado comerciante. O bilhete dizia que o comerciante desse à moça moedas de prata equivalentes ao peso do papel. Obviamente, o homem não se importou, achando que o peso daquele bilhete era insignificante. Mas, para sua surpresa, foram necessários 400 escudos da prata para que a balança atingisse o equilíbrio. Nesse momento, o comerciante se lembrou que outrora havia prometido 400 escudos de prata ao Santo, e nunca havia cumprido a promessa. Santo Antonio haverá fazer a cobrança daquele modo maravilhoso. A jovem moça pôde, assim, casar-se de acordo com o costume da época e, a partir daí, Santo Antonio recebeu – entre outras atribuições – a de “O Santo Casamenteiro”.

    
7. CONCLUSÃO

Quem já visitou o Distrito do Boqueirão sabe que o evento é uma grande demonstração de fé, amor e devoção que se repete há 263 anos e reúnem gerações que participam de procissões, missas, batizados que ajudam a abrilhantar a festividade. No dia 13 de junho, dia mesmo de Santo Antonio, de seis da manhã a meia noite Santo Antonio do Boqueirão recebe em torno de 15 mil pessoas, a festa de Santo Antonio do Boqueirão é uma espécie de feriadão para o povo da roça e ao mesmo tempo um momento de reabastecer a fé. Uma festa voltada aos sertanejos e a todas as pessoas de religião, porque o que sustenta a vida do pobre é a fé.








           
















      
        
        Foto em frente à capela principal.                                        Foto da família religiosa.


Psicologia do desenvolvimento

1. INTRODUÇÃO

As teorias que explicam a aprendizagem, através do condicionamento refletem uma concepção empirista do desenvolvimento e da aprendizagem humana, uma vez que o seu pressuposto básico é o de que forças externas ao indivíduo são os determinantes principais do seu comportamento. Dentro de tal visão o indivíduo é sempre o paciente de um processo que ocorre, na maioria das vezes, à revelia da sua vontade.
Neste contexto, o presente trabalho tem por objetivo fazer uma análise sucinta da Teoria Inatista – maturacionista e da Teoria Ambientalista, num âmbito que pressupõe conteúdos indispensáveis dentro da disciplina Psicologia da Educação.

2. TEORIA INATISTA

A visão inatista defende que os seres humanos nascem programados biologicamente para falar, assim como os pássaros para voar. A linguagem se desenvolve naturalmente nas crianças. O ambiente contribui com que as pessoas falem uma língua. O resto a criança faz por si só. Para isso, aciona inconscientemente um mecanismo cerebral que, supostamente, contém um conjunto de princípios válidos para todas as línguas humanas.
Os seguintes argumentos são apresentados a favor do inatismo:
  • Virtualmente todas as crianças aprendem bem sua língua materna numa idade em que dificilmente seriam capazes de aprender algo tão complicado;
  • As crianças aprendem bem sua língua materna, quer num ambiente estimulante e culto, quer num ambiente desumano e boçal. As diferenças ficam por conta do vocabulário, criatividade, refinamento dos usos, etc. Mas as estruturas da língua falada serão basicamente as mesmas;
  • A linguagem ouvida pelas crianças só consegue exemplificar parte das regras gramaticais que elas acabam dominando;
  • As crianças produzem enunciados bem elaborados, mesmo que nenhum adulto lhes aponte os “corretos” e “incorretos”;
Há também os seguintes argumentos contra esta teoria:
  • Afirma-se que os seres humanos tendem a agir cooperativamente, e a linguagem é apenas uma das formas convencionais de ação cooperativa. Situados nessa nova perspectiva, os pesquisadores que praticamente se restringiam a estudar a compreensão e a produção da criança, passaram a estudar a também a fala do adulto que interage com ela. Foi a partir desses estudos que se pôde avaliar o papel que o falante mais velho desempenha nessa interacção e o tipo de estímulo linguístico que o participante infantil recebe nessa troca.
Observou-se, então que os adultos modificam sua fala quando se estão dirigindo às crianças. Falam mais devagar, usam tons mais variados, estruturas mais simples, sentenças mais curtas, repetições e paráfrases. Tudo para se adaptarem ao nível da criança.
Fica claro, então, que a criança não adquire uma linguagem simplesmente “ouvindo”. A aquisição é resultado da linguagem numa conversação facilitada. Tal seja, mente e experiência unidas construindo a gramática.
A teoria Inatista – maturacionista, parte do princípio de que fatores hereditários ou de mutação são mais importantes para o desenvolvimento da criança. Hereditariedade refere-se à herança genética que a criança recebe de seus pais.
É uma das teorias usadas por professores de surdos no seu desenvolvimento.
Na psicologia, teóricos da inatista – maturacionista supõem que, aptidões individuais e inteligências são herdadas dos pais quando a criança nasce.
As primeiras investigações psicológicas sobre a natureza hereditária das aptidões e da inteligência, constataram que pessoas com uma aptidão especial, normalmente tinham familiares com mesmo tipo de aptidão. Identificaram diferenças de aptidões entre homens e mulheres ou entre raças diferentes.
Nessa linha de preocupação com as diferenças individuais, desenvolveram os primeiros estudos psicológicos de avaliar a inteligência. O francês Alfred Binet, interessou-se pela inteligência através de testes. Por meio desses testes, a inteligência é avaliada pelas tarefas. Essa foi também uma necessidade experimentada por Gesell preocupado em compreender a evolução da criança.
Apesar das diferenças Binet e Gessell estabeleceram padrões de comportamento para avaliar a inteligência ou o desenvolvimento da criança. Os fatores biológicos são os mais decisivos na determinação da inteligência e desenvolvimento tais padrões comportamentos são independentes de fatores externos ou do contexto social em que a criança vive. Não importa o lugar e a época em que a criança viva.
Se o ritmo e o desenvolvimento são biologicamente determinado, espera-se que certos comportamentos apareçam na mesma idade.
De acordo com a perspectiva inatista – maturacionista, a aprendizagem depende do desenvolvimento. Ou seja, o que a criança é capaz ou não de aprender é determinado pelo seu nível de inteligência.



TEORIA PSICOLÓGICA BEHAVIORISTA, AMBIENTALISTA, OU COMPORTAMENTALISTA

O modelo do condicionamento operante é a teoria behaviorista que mais teve aplicação na aprendizagem escolar, e para Skinner ensinar é planear um programa de contingências de reforço que permita ao aluno aprender novas condutas.


TEORIAS DO CONDICIONAMENTO E A PROGRAMAÇÃO DE OBJETIVOS DE ENSINO

A ênfase que o modelo pedagógico tecnicista dá à formulação muito precisa de objetivos educativos parece ser suficiente para uma programação eficaz, de desenvolvimento de processos de aprendizagem necessários, em vez de tomá-los como “(...) primeiro passo para estudar a ação que os processos de ensino tem que desenvolver para que, estimulando e guiando os processos de aprendizagem, o aluno alcance de alguma forma, os objetivos propostos. O projeto consiste em prever o processo de ensino mais adequado para despertar o processo de aprendizagem nas condições precisas para que o aluno alcance as metas pedagógicas. Partir de objetivos claros e definidos é fundamental adequar o projeto que prefigura tanto o processo de ensino como o de aprendizagem”. (Sacristán)
A crítica realizada pelo autor citado, estabelece que esta pedagogia visa, através da educação a mudança direcionada do comportamento, definindo com exatidão os objetivos operacionais que devem ser alcançados para promover estas mudanças, especificando:
1. O que o aluno deve fazer em termos de conduta final;
2. que objetivos específicos, o aluno deve alcançar, através das estratégias de ensino (ações), para manifestar a conduta prevista no objetivo geral.
Assim, surgem muitas interrogações como:
- Quantos objetivos específicos são necessários para se considerar plenamente alcançado um objetivo geral?
- Quando estará esgotado o mundo do observável, o significado de um conceito ou de um objetivo geral?
- Quais são os critérios de validação de uma hierarquia de objetivos?
- Que indicações são oferecidas de como conseguir desenvolver e dinamizar os processos necessários que influenciam o ensino?
Concluindo Sacritán argumenta: “(...) uma psicologia que descreve o ser humano como algo estático, não pode ajudar os educadores a estabelecerem uma metodologia pedagógica para alcançar esses resultados educativos”.

ABORDAGEM COMPORTAMENTALISTA

Esta abordagem é caracterizada pelo primado do objeto (empirismo). O conhecimento é uma “descoberta” e é nova para quem a faz.
Na abordagem comportamentalista a experiência é a experimentação planejada como base do conhecimento.
Os modelos de ensino são desenvolvidos a partir da análise dos processos por meio dos quais o comportamento humano é modelado e reforçado.
O conteúdo transmitido visa objetivos e habilidades que levam a competência. O aluno é considerado como um recipiente de informações e reflexões.
Homem: O homem é conseqüência das influências ou forças do meio ambiente.
Mundo: A realidade para Skinner é um fenômeno objetivo; o mundo já é construído e o homem é produto do meio. O meio pode ser manipulado, sendo que o comportamento, por sua vez pode ser mudado modificando-se as condições das quais ele é uma função, ou seja, alterando-se os elementos ambientais. O meio seleciona.
Sociedade-Cultura: Para Skinner o ambiente social é o que chamamos de uma cultura, e por sua vez esta é quem da forma e preserva o comportamento dos que nela vivem. A cultura é entendida como espaço experimental utilizado no estudo do comportamento. É um conjunto de contingências de reforço. Qualquer ambiente, físico ou social, deve ser avaliado de acordo com seus efeitos sobre a natureza.
Conhecimento: A base do conhecimento é a experiência planejada. Além disso faz-se clara a orientação empirista dessa abordagem: o conhecimento é o resultado direto da experiência.
Educação: A educação, está intimamente ligada á transmissão cultural.
A educação segundo essa abordagem deverá transmitir conhecimentos, assim como comportamentos éticos, práticas sociais, habilidades considerada básicas para a manipulação e controle do mundo/ambiente (cultural, social, etc.)
Esse sistema educacional tem como finalidade básica promover mudanças nos indivíduos, que implicam tanto em aquisição de novos comportamentos quanto a modificação de comportamentos já existentes.
Escola: A escola deverá se adaptar de acordo com os comportamentos que se deseja manter . Cabe a ela, portanto manter, conservar e em parte modificar os padrões de comportamento aceito como úteis e desejáveis para uma sociedade, considerando-se em determinado contexto cultural. A escola está ligada a outras agências controladoras da sociedade, do sistema social bem como governo, política, economia, etc.
Ensino-Aprendizagem: Os comportamentos nos alunos serão instalados e mantidos por condicionantes e reforçadores arbitrários tais como: elogios, graus, notas, prêmios, reconhecimentos do mestre e dos colegas, prestígio, etc.
O ensino para Skinner corresponde ao arranjo ou à disposição de contingências para uma aprendizagem eficaz.
Professor-Aluno: Aos educandos caberia o controle do processo de aprendizagem, um controle científico da educação.
Na abordagem comportamentalista o professor teria a responsabilidade de planejar e desenvolver o sistema ensino-aprendizagem, de tal forma que o desempenho do aluno seja maximizado. O aluno é considerado como um recipiente de informações e reflexões.
Metodologia: É uma categoria inovadora nesta abordagem, pois aqui se incluem a tecnologia educacional, e estratégias de ensino e o reforço no relacionamento professor-aluno.
A instrução individualizada através das máquinas de ensino livraria o professor até certo ponto, e respeitaria as características individuais de cada aluno.
Avaliação: A avaliação na abordagem comportamenal consiste em constatar se o aluno aprendeu e atingiu seus objetivos propostos quando o programa foi conduzido até o final de forma adequada.

TEORIA DO APRENDIZADO

Comportamentalismo
 

Aprender é uma mudança de comportamento
A idéia principal do comportamentalismo é de que a aprendizagem ocorre como uma mudança de comportamento. São estudadas as respostas dadas pelo sujeito aos estímulos fornecidos pelo ambiente externo, não levando em consideração o que ocorre em sua mente durante o processo de aprendizagem.
Dentre as principais teorias comportamentalismtas, destacam-se:

O reflexo condicionado foi uma das primeiras abordagens realmente objetivas e científicas ao estudo da aprendizagem. Forneceu um modelo que podia ser replicado e verificado em laboratório.
 

Aprendizagem consiste na formação de ligações estímulo-resposta, e são fixadas ou eliminadas em função das conseqüências. As associações que levam a um "estado  satisfatório" são aprendidas enquanto as que levam a um "estado desconfortável" tendem a ser eliminadas (Lei do Efeito). 

Aprendizagem ocorre a partir de um condicionamento das conexões estímulo-resposta herdadas pelos seres humanos chamadas reflexos. Novas conexões estímulo-resposta podem ser construídas através do condicionamento clássico pavloviano. Segundo Watson, o meio ambiente exerce uma grande influência sobre o indivíduo.
 

O behaviorismo de Skinner fundamenta-se no fato de que a aprendizagem é basicamente uma mudança de comportamento que ocorre através de reforços imediatos e contínuos a uma resposta emitida pelo sujeito. Fortalecidas por sucessivas aproximações, as respostas serão emitidas cada vez mais adequadamente, até chegar ao comportamento desejado.




 Acadêmicas: Claudenice Tavares Abadia, Cleuza Beatriz C. Soares, Edilainy Dolores da Silva e Juscelia Mota Figueiredo da Silveira.

1- CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Os Três Porquinhos é um clássico inesquecível, e como todo clássico ele ganha nova versão e nova roupagem ao longo das décadas, mas nunca deixa de ser especial e amado pelo público infantil.
O presente trabalho tem por objetivo primordial aguçar no educando o gosto pela leitura, seja ela por literatura infantil e/ou história em quadrinhos.


2- DESENVOLVIMENTO

Plano de Aula

Objetivo Geral
Através do Clássico OS TRÊS PORQUINHOS, trabalhar a compreensão  interpretação e grafia do aluno de forma prazerosa desenvolvendo seu interesse ela leitura e escrita.

Objetivos específicos
Ø  Fazer relação (através da observação das figuras) entre o tempo levado na construção das casas e o material utilizado com sua resistência;
Ø  Comparar a atitude de cada porquinho ao fazer sua casa;
Ø  Confeccionar um livro de história e organizá-lo corretamente;
Ø  Grafar corretamente as palavras e frases escritas durante a confecção do livro;
Ø  Desenvolver atividades que façam o aluno interpretar a história como um todo (elementos que não mudam diante das várias versões).

Desenvolvimento
1° Momento - Acolhida (Os alunos serão recebidos com muita alegria e em seguida nos apresentaremos e diremos nosso objetivo naquela aula)

2° Momento  -  Hora da Novidade (Dinâmica)
Faremos uma adaptação do jogo Mia Gato  utilizando a figura do porquinho.

Escolheremos um aluno, colocaremos uma venda em seus olhos e diremos o seguinte:
Seu Lobão fazia a ronda querendo pegar seu porquinho, seu porcão esperto avisava seu irmão fazendo assim ... e  aponta um dos alunos que disfarçando a voz deverá dizer OINC. Caso o colega acerte o nome daquele que imitou o barulho que faz o porquinho volta ao grupo sendo substituído por esse e segue-se o jogo até o momento em que todos tiverem participado da brincadeira. .

3° Momento  -  Hora do Conto
Com os alunos sentados em círculo no chão (ou a critério do professor) o professor deve contar a história OS TRÊS PORQUINHOS (se possível utilizar como recurso um televisor feito com caixa de papelão, um slide com as imagens acima ou mesmo com um livro ilustrado). O ideal durante o conto é que o professor não leia a história, mas conte explorando as imagens, fazendo uso de gestos e boa expressão facial.
 É interessante que os alunos possam interagir durante o conto como forma de exploração do texto e de desenvolvimento do raciocínio infantil. Caso isso não seja possível o professor deve fazer uma roda de conversa após a história a fim de explorar e identificar aquilo que o aluno aprendeu colhendo suas falas para elaboração de texto coletivo que será lido no fim do período diário como forma de incentivo à participação do educando.

4° Momento  - Atividade impressa
Fazendo uso de atividades em anexo, o professor devera:
Ø  Entregar para cada aluno uma cruzadinha que individualmente será desenvolvida pelos mesmos. Em seguida fazer a correção no quadro negro.
Ø  Separar a turma em duplas e entregar a cada dupla 1 folha para que  juntos reescrevam a história a partir das imagens da forma que eles souberem. Alguns alunos certamente terão dificuldade em desenvolver essa tarefa e por isso mesmo devem    ser acompanhado de perto pelo professor. Para montar o livrinho eles deverão recortar as páginas  e colá-las de forma organizada.
Caso o professor faça a opção de trabalho individual serão necessárias mais de uma            aula para que tudo esteja pronto.
O professor não deve esperar a montagem de um livro excepcional nem uma grafia de gênio é durante todo o processo de trabalho com os contos e montagem dos livrinhos que os resultados irão aparecer.
Ø  Cada aluno receberá desenhos dos porquinhos e do lobo mau afim de que criem seus dedoches. Os mesmos poderão ser recortados para os alunos possam colocar seus dedos nos orifícios marcados ou poderão colar em palitos de picolé que ficarão lindos.

5° Momento - Leitura do texto coletivo previamente elaborado
Durante a confecção desse texto o professor deve ter o máximo de cuidado para  não deixar de citar no mínimo uma das falas de  sequer um aluno, pois é através da valorização de sua participação  que o educando alcança autonomia e  cresce intelectualmente.

6°  Momento – Despedida
O professor  poderá oferecer a cada aluno um cartão de incentivo  em forma de casinha ou outro que instigue o hábito da leitura (o nosso grupo optou por desenvolver com eles um marcador de páginas com um pirulito com uma mensagem de incentivo a leitura, optamos por outro personagem de outro livro infantil a fim de instigá-los a curiosidade sobre o mesmo).
Após o momento de reflexão e agradecimento aos alunos e a professora pela oportunidade deste momento de interação.

Observação: além das atividades desenvolvidas com os alunos, segue em anexo outras sugestões de atividades que também poderão ser aplicadas na educação infantil.


3- CONSIDERAÇÕES FINAIS


Incentivar o gosto pela leitura é um bom caminho para o desenvolvimento plenos das crianças. Sendo assim reflete diretamente no desenvolvimento social do país. Neste contexto, é de suma importância que o educador faça da leitura uma prática diária com seus alunos. Mudando os hábitos de uma criança, você mudará a nossa história.